Startup de permutas implementa o uso de criptomoeda em seu marketplace

A startup Permuto, focada em trocas multilaterais, se tornou o primeiro marketplace a adotar uma criptomoeda em suas operações. A FCJX, criada para impulsionar e integrar o ecossistema de startups brasileiro, agora pode ser usada em transações de produtos e serviços na plataforma.

A empresa já usava uma moeda virtual própria para possibilitar as trocas multilaterais. Dessa forma, os usuários não precisavam ter a coincidência de interesses para trocar. A Sangô, a moeda da plataforma, poderia ser obtida pela prestação e aquisição de serviços.

Agora, com a FCJX a plataforma amplia suas possibilidades e deve beneficiar, principalmente, outras startups. Isso porque a ideia da criptomoeda é ser um meio seguro para a troca de serviços e produtos entre as startups, e entre as startups e as empresas prestadoras de serviço.

Segundo o CEO da Permuto, Gabriel de Sousa, a adoção da FCJX na plataforma permite que startups impulsionem seus negócios e também o fortalecimento das comunidades nas quais essas empresas estão inseridas.

“Geralmente as starturps começam muito carentes de recursos. Mas elas têm os seus produtos para oferecer e querem oferecê-los para muita gente. É exatamente isso que o nosso negócio possibilita: conseguir recursos utilizando como moeda de troca o seu produto”, explica o CEO.

Ter uma criptomoeda na plataforma era um desejo antigo, inclusive de usuários, revela Gabriel. “Temos um cenário futuro prevendo uma sociedade que gire em torno de multimoedas, então decidimos implementar a FCJX e testar seu uso na plataforma”, avalia.

Conheça a Permuto em https://www.permuto.com.br.

FCJX

A FCJX faz parte de um movimento de integração aberto e, portanto, qualquer participante do ecossistema pode fazer parte. A criptomoeda possui tanto a segurança da estrutura de transações do Bitcoin quanto a flexibilidade da criação de contratos inteligentes do protocolo Ethereum. A moeda conta com características peculiares a ambas moedas, como a deflação, descentralização, escassez, alta velocidade de transação, baixas taxas de envio, segurança criptografada, facilidade, entre outras.

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